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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

A Prateleira certa…



Aceitar as pessoas como elas são não significa permitir que ocupem qualquer lugar dentro da nossa vida. Muitas dores não nascem da atitude do outro, mas da “posição” que escolhemos dar a ele na nossa prateleira emocional. Esperamos profundidade de quem só alcança a superfície, cuidado de quem ainda mal consegue cuidar de si, presença de quem sempre foi ausência…E, nessa insistência em querer “consertar o outro”, acabamos lutando contra a realidade — e nos esgotando.


A maturidade não está em mudar ninguém, mas em enxergar com lucidez quem cada pessoa é e o que realmente pode oferecer. Há vínculos que funcionam bem para uma conversa leve, um café, uma convivência pontual, mas que não sustentam nossas dores, sonhos e vulnerabilidades. Existem laços que, mesmo sendo familiares, precisam de uma distância saudável para preservar a nossa integridade emocional.


Também existem pessoas raras — aquelas que merecem lugar de honra, acesso ao que é íntimo, presença nas decisões importantes. “Organizar esses lugares” não é frieza nem egoísmo. É um ato de responsabilidade afetiva consigo e com o outro. Quando ajustamos expectativas, cessam as cobranças impossíveis, as frustrações repetidas e a sensação constante de vazio.


Priorizar a própria paz não empobrece os vínculos…pelo contrário, torna as relações mais honestas e mais verdadeiras. Ao aceitar o limite do outro, libertamos ambos da fantasia de que alguém precisa ser diferente para merecer amor. E, paradoxalmente, é justamente quando “paramos de tentar mudar as pessoas” que nos tornamos uma presença inspiradora: alguém inteiro, coerente e em paz com a própria escolha de lugar.


Mudar alguém de prateleira pode doer no início. Mas permanecer oferecendo lugar de honra a quem não consegue sustentar esse espaço dói por muito mais tempo.


Concorda? 

Com ❤️ 

@passarinhos_no_telhado

sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Não somos o corpo…

Não somos o corpo e não somos a mente. Somos consciência pura e, consciência pura, é o que Deus é!

Quando você alcança seu próprio centro, fica surpreso: não encontra a si mesmo lá! Encontra a Deus!

ELE não pode ser encontrado em nenhum outro lugar! ELE reside em você, em seu centro, esperando você chegar em casa.

Osho

terça-feira, 19 de agosto de 2025

Florais do Café: quando o café também cura…

















Florais do Café: quando o café se transforma em energia e cura 


Muito além do sabor marcante e do aconchego de uma xícara quentinha, o café revela uma força que vai além do que imaginamos. Essa planta, tão presente em nosso dia a dia, carrega um campo vibracional poderoso, capaz de promover equilíbrio, bem-estar e cura em diferentes níveis do ser humano.


A Terapeuta Floral, Radiestesista e Consteladora Maria Ester Mesquita de Lima Lorenzon canalizou essa potência, e por meio da radiestesia deu forma aos Florais do Café – um verdadeiro veículo de cura e transformação.


Mais do que um grão, o café mostrou-se uma fonte de energia vital, despertando sua missão: auxiliar na reconexão entre corpo e alma. Dessa sintonia profunda nasceram essências vibracionais que atuam de maneira amorosa e profunda no nosso ser.

























Cada essência atua de forma única e especial:


  • Floral Acaiá – Prosperidade: ativa a energia da criatividade, abundância, foco e acolhimento.

  • Floral Topázio – Transformação: fortalece mudanças, trazendo desapego, clareza e confiança em novos ciclos

  • Floral Catucaí – Paciência: desperta serenidade, compreensão e amorosidade.

  • Floral Catuaí – Harmonia: conecta com a energia do feminino, trazendo leveza, gratidão e sintonia com a vida.
























Velas energéticas: cura através da luz e do aroma


Feitas com cera 100% de coco e óleos essenciais, cada vela traz uma intenção especial:


  • Prosperidade: ativa abundância e clareza mental.
  • Transformação: estimula o desapego e novos caminhos.
  • Paciência: suaviza emoções e acolhe a calma interior.
  • Harmonia: promove equilíbrio, amor e serenidade no lar.


























Sprays aromatizadores também completam a linha, unindo aromaterapia e energia vibracional para transformar ambientes.


O propósito é simples e profundo: ajudar você a se reconectar com sua essência, despertar sua energia vital e viver com mais leveza, plenitude e harmonia.


Mas não precisa acreditar em minhas palavras: experimente e sinta na prática que o café vai muito além de agradar apenas o paladar. 


É impossível não se apaixonar 😍
























Acesse o site:


https://www.floraisdocafe.com/


Acesse o Perfil deles no Instagram 


Com carinho 

Sheila Costa 

do blog Passarinho no Telhado

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

O dar e o receber...


 







Muitas vezes sentimos que o mundo nos rouba algo — atenção, afeto, reconhecimento, paz. Mas se olharmos com honestidade, veremos que aquilo que acreditamos estar nos faltando é justamente o que deixamos de oferecer.

Quando achamos que o mundo está nos tirando amor, talvez sejamos nós que o estamos retendo — no abraço que não damos, no “eu te amo” que deixamos de dizer, no cuidado que adiamos.

Quando sentimos falta de gentileza, talvez tenhamos parado de distribuí-la — no bom-dia que não oferecemos, no sorriso que guardamos, no elogio que silenciamos.

Quando acreditamos que não recebemos reconhecimento, talvez tenhamos deixado de reconhecer o esforço dos outros, de valorizar suas pequenas conquistas, de celebrar junto cada vitória.

Quando pensamos que o mundo nos tira paz, talvez sejamos nós que não paramos para oferecê-la — no silêncio que cura, na paciência com quem erra, na escuta que acolhe.

E até mesmo na prosperidade é assim: ela é um fluxo. Queremos recebê-la, mas para que ela circule, precisamos também dar — seja em forma de generosidade, de serviço, de partilha, de contribuição ao mundo.

O mundo é um espelho silencioso: reflete o que damos e devolve o que semeamos.


Com amor 

Sheila Costa 

do Blog Passarinhos no Telhado 


domingo, 18 de maio de 2025

Cada Coração Tem Seu Tempo



O Luto de Tahlequah: Cada Coração Tem Seu Tempo

Em 2018, o mundo parou diante de uma cena comovente: uma orca chamada Tahlequah, da população de orcas residentes do sul, foi vista nadando pelas águas do Pacífico carregando seu filhote morto. Durante 17 dias, ela manteve o pequeno corpo à tona, empurrando-o com o focinho, equilibrando-o na cabeça, recusando-se a deixá-lo afundar.

Não era apenas instinto. Era dor. Era luto.

Tahlequah tocou algo profundo em nós, humanos. Porque, apesar das diferenças de espécie, ali havia algo universal: o sofrimento de uma mãe que perde um filho. Uma despedida que simplesmente não está pronta para acontecer.

Esse gesto silencioso, repetido por mais de 1.600 quilômetros, nos lembra que o luto não tem um relógio. Não se mede em dias, semanas ou meses. Ele se vive. 
Às vezes, como Tahlequah, arrastamos o que perdemos por um tempo, mesmo que pese, mesmo que canse. Porque soltar dói mais do que segurar.

Cada ser tem o seu tempo de chorar, lembrar, aceitar. Comparar o luto de alguém é desrespeitar sua travessia. Há quem consiga seguir em frente em pouco tempo. Há quem precise carregar por um bom tempo o que se foi, até que o coração esteja pronto para deixar partir.

Tahlequah, com sua dor exposta em mar aberto, nos lembra da importância de respeitar o ritmo do outro — e o nosso próprio ritmo. Porque o luto não é sinal de fraqueza. É sinal de amor. E amor verdadeiro não desaparece com a ausência; ele continua nadando com a gente, até se transformar em memória leve… como quem, um dia, deixa o filhote descansar nas profundezas, sabendo que ainda o carrega dentro de si.

Que esta história abrace a sua e te dê forças pra seguir. 

Com amor

Sheila BCosta do blog 
Passarinhos no Telhado

quinta-feira, 15 de maio de 2025

A Voz na Cabeça - a serpente tagarela



Você já parou pra se perguntar… quando você pensa, quem é que está pensando?

Você talvez responda: EU

Mas e se eu te disser que 90% do que você pensa, você não queria estar pensando?


Sabe aquelas noites em que você deita, o corpo está cansado, mas o sono não vem? Não é falta de sono. É excesso de pensamento.

É a mente falando sozinha, como uma rádio que você não consegue desligar. Essa é a tal da “voz na cabeça”.


Essa voz é inquieta.

Ela te leva pra lugares onde você não quer estar…o passado, com suas culpas e saudades, ou o futuro, com seus medos e incertezas.


Ela fala de problemas, fantasmas, preocupações. Ela cria ansiedade, raiva, angústia. E você tenta calar essa voz… mas ela não para.


Na simbologia do Gênesis, a serpente que fala com Eva não é só um personagem. É essa “tagarelice mental.” A serpente é a mente desgovernada. E talvez o inferno, como alguns filósofos dizem, é viver preso dentro dessa tagarelice.


E é por isso que tantos buscam muletas: bebida, comida em excesso, drogas, remédio tarja preta….tudo isso são muletas para “abafar essa voz.”


Mas a verdadeira libertação não vem de fora. Vem do silêncio.


O contrário da voz na cabeça é o vazio.

É o silêncio interior.

É quando a mente descansa e você encontra algo raro e sagrado: 

paz de espírito.


A paz de espírito não grita.

Ela sussurra.

Ela se apresenta em pequenos momentos: o vento no rosto, o cheiro do café, o canto de um passarinho, a luz da manhã…viver tudo isso em estado de presença. 


É um alegramento sem motivo.

Uma alegria por nada.

Ou melhor, por tudo: por simplesmente estar vivo.


Sheila Costa do Blog 

Passarinhos no Telhado