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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Benditos sejam...



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Desculpe, mas eu sou sincero!

Sinceridade, dizer o que pensa, onde não há engano, hipocrisia ou fingimento. Colocar para fora aquilo que está guardado dentro de nós. Grande qualidade é a sinceridade, a franqueza do ser humano. Como dizia Oscar Wilde: "Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal". Cito essa frase para levantarmos uma questão importante:
Qual o limite separa a sinceridade x grosseria?

Grosseria seria expressar-se com descortesia, com indelicadeza. O sujeito grosseiro é sincero? Dizer o que pensa a qualquer custo, sem pensar nas consequências, poderia ser considerado sinceridade?

Na maioria das vezes sim, o sujeito grosseiro é sincero, porém sinceridade e grosseria não deveriam caminhar juntas, pois nem todo sincero é grosseiro. Vejo muitas pessoas sendo extremamente grosseiras sempre me dizendo "desculpe, mas eu sou sincero!"; então eu fico imaginando, e se cada um falar o que bem entender, desde que esteja sendo "sincero"?

Se estivessemos falando de equações matemáticas, eu diria que "sinceridade - grosseria = assertividade".  

Assertividade é a habilidade social de fazer afirmação dos próprios direitos e expressar pensamentos, sentimentos e crenças de maneira direta, clara, honesta e apropriada ao contexto, de modo a NÃO VIOLAR O DIREITO DAS OUTRAS PESSOAS.

Devemos saber que nosso direito termina, quando começa o direito do outro. Por mais que sejamos honestos, francos, sinceros, não podemos sair por aí agindo da forma como bem entendermos, achando que estamos amparados e protegidos por opiniões sinceras. Todos tem a sua verdade; eu tenho a minha, você que me lê, tem a sua. As divergências são naturais, cada um pensa de uma forma, e que bom que é assim. Imagina um mundo onde todos fossem exatamente iguais? Devemos então RESPEITAR o próximo, sermos honestos, sinceros, mas com o cuidado de não ferir o outro.

Minha resposta é : "Desculpe, mas isso é grosseria. Tenha mais educação e respeito, obrigado!"


Victor Neves


domingo, 12 de fevereiro de 2012

Deixo ir...

Abro mão da estabilidade estéril que me impede de crescer.
Sou como a chuva que um dia foi lago, riacho e oceano. Ascendi com o beijo quente dos raios de sol e hoje me derramo para fertilizar outras vidas.
Abro mão da rigidez que me convida a ser sempre a mesma coisa.
Sou como as estações que se sucedem e povoam de flores, frutos, chuva e sol o ano dos seres - cada coisa em seu tempo e lugar.
Abro mão da acomodação preguiçosa que traz segurança e ao mesmo tempo cristaliza as ações heroicas que minha alma quer realizar.
Sou como a borboleta que arrisca rasgar seu casulo e sair. Sobretudo porque a natureza não lhe oferece um convite - nesse caso ela é imperativa.
Minha vida segue feliz pois sei deixar uma margem e partir para outra.
Minha vida segue feliz porque sei quando é o momento de fechar um capítulo em minha história.
Minha vida é feliz pois agradeço a tudo o que já me chegou pela contribuição que trouxe e, com o peito cheio de paz, despeço-me, abrindo assim espaço para novas experiências.
Não retenho, não enclausuro nem me apodero daquilo ou daqueles que chegam a minha vida, apenas reconheço o que sinto para em seguida deixar ir, abrindo espaço para o que vai chegar.
Não me desespero, não me aflijo nem blasfemo com os instantes de desfazimento que uma perda ou uma transformação promovem. Antes, agradeço a Deus pelo bem que é a renovação contínua.
Portanto, deixo ir.
Sou feliz em ver que o momento de construção sempre aparece depois do momento de destruição. Sou feliz por saber que sou uno com o fluxo da vida.
Sou como a água da chuva que se recicla, estações que chegam e se vão demolindo e construindo as paisagens, e borboleta que arrisca voar mesmo tendo passado parte da vida presa ao chão.
Com reverência, deixo ir o que é velho para abraçar o novo em minha vida.
Sou feliz, também por ser capaz de desenvolver em mim o amor desapegado.

Texto para meditação de Kau Mascarenhas (do livro "Mudando para Melhor" - ed. Altos Planos)

Lindo! :)

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A descoberta...




sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Sobre a perfeição...


"Quando você perceber
como tudo é perfeito
você vai inclinar a cabeça para trás
e rir para o céu..."

Buda


Carinho...




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Vivos...apenas isso!














“O mundo animal não é ruim. Ele significa simplesmente vivo; ele vem de anima. Tudo o que está vivo é animal. Mas tem sido ensinado ao homem: “vocês não são animais; os animais estão bem abaixo de vocês. Vocês são seres humanos.” Vocês receberam uma falsa noção de superioridade. A verdade é que a vida não acredita no superior e no inferior. Para a vida tudo é igual - as árvores, os pássaros, os animais, os seres humanos. Na vida, tudo é absolutamente aceito como é, não existe condenação.”

Osho


Amor não é amor até que ele seja incondicional...


O amor incondicional significa a aceitação completa das pessoas,exatamente como eles são, sem julgamento,sem apego, sem precisar de qualquer coisa deles.

Isso significa deixar as pessoas acreditam no que querem acreditar,sem a necessidade de impor as nossas crenças sobre eles.

Isso significa dar às pessoas a liberdade de fazer suas próprias escolhas
e viver suas próprias vidas sem a necessidade de controlar ou manipulá-los.

E, em última análise, isso significa aceitar-se plenamente e reconhecendo a divina interior.

Por que você deve amar incondicionalmente a si mesmo antes que você possa começar a amar incondicionalmente os outros.

Marianne Williamson


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Alergias e "coceiras" na Linguagem do Corpo

"Alergia significa que a pessoa está vivendo momentos de irritação com pessoas próximas e que atrasam seu desenvolvimento pessoal e profissional. Quando ela se vê obrigada a fazer o que não gosta, persuadida por pessoas de quem depende de alguma forma, surgirá, com certeza, coceira incessante significando o desejo inconsciente de ”arrancar” aquilo que incomoda profundamente.
Pare de se sentir ameaçado e contrariado. Se você está passando por isso é porque, de alguma forma, procurou. Saia dessa sem ressentimentos, pois ninguém sabe quando está ”causando” alergia em alguém.  Passe a se expressar melhor. Seja objetivo e tire a culpa do seu coração. Eduque‐se a não deixar que seu espaço seja ameaçado. Diga, abertamente, o que o incomoda, pois tudo pode ser falado, desde que seja com carinho e determinação. Analise‐se e perceba se você consegue, humildemente, mudar um pouco mais seu jeito de falar com as pessoas e o trato consigo mesmo.
Você mudando primeiro, as pessoas ao seu redor mudarão aos poucos. Pare com esse orgulho de querer que o outro mude primeiro. Você está lendo este livro, porque quer crescer espiritualmente e ser feliz,
não é? Então, tome a iniciativa e não se arrependa."

Cristina Cairo 
Linguagem do Corpo - Leia mais AQUI!


Desenvolver-se é crescer para dentro...

Desenvolver-se significa mover-se a cada momento mais profundamente no princípio da vida; significa afastar-se da morte - não ir na direção da morte. Quanto mais profundo você vai para dentro da vida, mais entende a imortalidade dentro de você.

Você está se afastando da morte: chega a um momento em que você pode ver que a morte não é nada, apenas um trocar de roupas ou trocar de casas, trocar de formas - nada morre, nada pode morrer. A morte é a maior ilusão que existe.

Como desenvolver-se? Simplesmente observe uma árvore. Enquanto a árvore cresce, suas raízes crescem para baixo, tornam-se mais profundas. Existe um equilíbrio; quanto mais alto a árvore vai, mais fundo as raízes vão. Na vida, desenvolver-se significa crescer profundamente para dentro de si mesmo - que é onde suas raízes estão.

Osho, em "O Livro da Cura"


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ilumina a paisagem como um girassol...


Trata-se de uma flor amarela, muito grande, que gira sempre em busca do sol. E é por essa razão que é popularmente chamada de girassol .Quando uma pequena e frágil semente dessa flor brota em meio a outras plantas, procura imediatamente pela luz solar. É como se soubesse, instintivamente, que a claridade e o calor do sol lhe possibilitarão a vida.

Assim como os girassóis, nosso corpo também necessita da luz e do calor solar, da chuva e da brisa, para nos manter vivos. Mas não é só o corpo físico que precisa de cuidados para que prossiga firme. O espírito igualmente necessita da luz divina para manter acesa a chama da esperança. Precisa do calor do afeto, da brisa da amizade, da chuva de bênçãos que vem do alto. É preciso que imitemos o girassol. Que busquemos sempre a luz, como um girassol e ver que o encanto e a magia existente em nosso amor. (...)

Autor Desconhecido (infelizmente)
:)


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

"Agora" é o momento certo...


"Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo, e no entanto a vida está sempre mudando. Cada momento é sempre novo e fresco.
Eu sou uno com o poder que me criou e esse poder me deu o poder de criar minhas próprias circunstâncias. Cada momento da vida é um novo ponto de começo à medida que nos afastamos do velho. Este momento é um novo ponto de começo para mim bem aqui e agora mesmo. Tudo está bem no meu mundo. Portais da sabedoria e do conhecimento estão sempre abertos pra mim."

Louise L. Hay


Sobre o recomeço...



domingo, 5 de fevereiro de 2012

A vida é linda...


A vida é linda...
Nós é que não aprendemos a conversar com ela...
Tudo está no seu lugar...
É só olhar o lado certo e sintonizar com as coisas adequadas, atraindo-as pra nossa vida... Ao agir assim a felicidade vamos conquistar...

As coisas não vêm até você quando estiver buscando... Elas só chegarão quando confiamos que merecemos e que na hora certa elas passarão a fazer parte integrante de nossa vida...
A felicidade não vai onde você está, mas onde você a põe... Ser feliz não é uma condição de vida... É apenas uma escolha...
Querer sentir-se dono do outro é apego e nunca pode transformar-se em amor...
O amor é leve e desapegado...
A melhor coisa a fazer e viver feliz, solto e deixar o outro viver...

Jandira Moraes


Pequenas mudanças...


"Se você não mudar a direção, terminará exatamente onde partiu. Sempre que pensamos em mudar queremos tudo o mais rápido possível. Não tenha pressa pois as pequenas mudanças são as que mais importam. Por isso, não tenha medo de mudar lentamente, tenha medo de ficar parado."

Provérbio Chinês


sábado, 4 de fevereiro de 2012

O Futuro...



"O futuro não é um lugar onde estamos indo, mas um lugar que estamos criando.O caminho para ele não é encontrado, mas construído e o ato de fazê-lo muda tanto o realizador quando o destino."

Antoine de Saint-Exupéry


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Você é um hóspede...


Você é um hóspede.
Deixe essa terra um pouco mais bonita,
um pouco mais humana,um pouco mais amável
para aqueles hóspedes desconhecidos
que virão após você...

Osho

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Sem julgamento...

Já notaram como temos a mania de classificar as coisas de boas ou ruins e de congelar essa classificação, fazendo com que criemos a falsa expectativa que aquelas coisas serão totalmente boas ou totalmente ruins para sempre... Quase nunca damos espaço para o caminho do meio... quase nunca nos lembramos que nada é totalmente bom ou totalmente ruim e que tudo tem os dois lados... que tudo está mudando o tempo todo e, principalmente, quase nunca nos lembramos que nos ligarmos nesses conceitos de bom ou ruim só nos prende cada vez mais à dualidade... e a ter que nos defender...
Além, é claro, de nos dificultar estar no presente...

Nos esquecemos que o presente é novo e nele cabem todas as possibilidades... se estamos armados de expectativas e de julgamentos... o presente passa cada vez mais longe.

Quando aceitamos as coisas... as pessoas... a vida... como elas se apresentam no momento, ampliamos em muito as nossas possibilidades de felicidade.
Olhamos para tudo com naturalidade e escolhemos o que queremos viver, sem julgar que é bom ou ruim... Quantas vezes o bom já virou ruim e vice-versa, conforme o nosso momento... e quantas vezes já vimos o quão equivocados podem ser nossos julgamentos, porque nessa realidade de terceira dimensão a nossa visão é muito limitada e nunca vemos o quadro todo. Nossos julgamentos são parciais porque só vemos uma parte da situação.
Quantas e quantas vezes já nos arrependemos dos nossos julgamentos e percebemos como estávamos equivocados, quando alguma coisa se esclarece e podemos ver de outro ponto de vista.

Atraímos aquilo que estamos em sintonia... se atraímos coisas que não gostamos, elas não estão só fora da gente, e tentar mudar o exterior não funciona... Se não gostamos do que estamos atraindo para nossa vida, o primeiro passo é a aceitação de que somos responsáveis por aquilo...
Sem julgamentos de que eu sou bom e o outro é ruim, porque entendemos que tudo está dentro, fica mais fácil nos afastarmos da incômoda posição de vítimas, que nos prende em queixas e reclamações infindáveis e não leva a lugar nenhum... só nos tira energia e alimenta a nossa autopiedade.

Nossas escolhas são, na maior parte da vezes, baseadas em julgamentos... nossos ou do outro... e nem sempre nos fazem felizes...
Mas... existe uma fórmula mágica de fazer escolhas que nos afasta dos julgamentos equivocados baseados na razão e na nossa visão limitada e que nos proporciona um caminhar mais feliz... uma fórmula que não leva em conta a nossa classificação de bom ou ruim, fácil ou difícil...
Essa fórmula é seguirmos o nosso coração... Em vez de ficarmos nos infindáveis julgamentos e dúvidas entre o que será melhor ou pior... podemos transcender isso tudo ao estabelecermos uma conexão cada vez mais íntima com o nosso coração... com a nossa intuição...
Em cada um de nós existe uma "Parte que Sabe"... que tem uma visão ampla e uma sabedoria que está além do tempo linear... muito além do que podemos alcançar com nossos cinco sentidos...

Escutar e seguir o coração é como dançar com a vida em perfeita sintonia, uma dança cuja melodia pode se revelar inesperada, mas, tão harmoniosa que nos dá a certeza que o Universo é o Maestro...

Texto de Rubia A. Dantés


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Corpo de dor - aprenda a identificá-lo...


Ao passarmos por determinadas situações as quais consideramos negativas, nosso corpo e mente geram emoções desagradáveis como medo, raiva, tristeza, culpa e outras. Na hora do evento há um pico emocional. Com o passar do tempo a emoção vai diminuindo de intensidade e deveria desaparecer completamente em alguns minutos ou horas. Entretanto, o que ocorre muitas vezes é que um resto emocional de uma determinada situação pode simplesmente não se dissolver e ficar guardado dentro de nós indefinidamente nos causando muitos prejuízos.
Imagine uma pessoa que recebeu a súbita notícia de que está sendo demitida. Muitas sensações desagradáveis vão surgir nesse momento: medo do futuro, tristeza, sentimentos de injustiça, talvez alguma rejeição. Passado certo tempo aquelas emoções vão perdendo a força. Depende de pessoa para pessoa a velocidade e profundidade com que isso acontece. Uns rapidamente podem voltar a ficar bem enquanto outros podem demorar dias ou semanas. Mas mesmo depois que já estamos aparentemente bem, pode ainda ter ficado um resto emocional gerado no evento da demissão que não se dissolveu por completo. E essa emoção poderá ser observada meses ou até mesmo anos depois do fato.
E como é possível saber se ficou um resto emocional e como observá-lo? A princípio é bem simples. Ao lembrar da situação do passado, ainda surge algum desconforto emocional ou a sensação é de paz cem por cento? Ao trazer a tona a lembrança da demissão surge ainda alguma tristeza, injustiça, mesmo que seja em um nível bem menos intenso? Caso ainda surja qualquer tipo de desconforto, mínimo que seja, significa que uma parte da emoção gerada naquele evento ainda permanece em nós.
Mas não seria normal sentir sentimento ruins ao lembrarmos de situações desagradáveis do passado? É normal no sentido de ser algo comum para maioria, mas não é saudável guardar essa negatividade. É preciso ficar claro que tem como ser diferente.
Esse resto emocional fica guardado dentro de nós, no inconsciente, causando diversos tipos de problemas. Vamos voltar ao exemplo citado da demissão. Suponhamos que ao lembrar da situação ainda surja um sentimento de injustiça. Isso quer dizer que essa injustiça fica latente dentro da pessoa e o tempo inteiro influencia a forma como ela pensa e age. Ao passar por uma nova situação de injustiça, a reação dessa pessoa será mais intensa por que o sentimento novo acordará e se somará com o antigo amplificando o sofrimento. É possível também que essa pessoa deixe de fazer algo, ouse menos, por medo de sofrer novamente a mesma injustiça do passado. Sua autoestima fica prejudicada com aquele sentimento que não se dissolveu. Seu crescimento profissional poderá ser bastante afetado. Enfim, uma série consequências negativas ocorrem e na maioria das vezes nem temos consciência de que a causa é uma emoção ou várias que temos e que não foram dissolvidas.
A energia dessa emoção guardada será ativada em determinadas situações, e de uma forma sorrateira irá influenciar de forma decisiva o que vamos dizer, pensar e fazer. É como se ficássemos em parte possuídos por uma entidade que mora dentro de nós, uma entidade chamada de "injustiça", "raiva", "medo" o outro sentimento qualquer. É como se essa emoção tivesse vida própria pois ela cria um mecanismo de sobrevivência e nos usa para se alimentar. A cada nova injustiça, o sentimento de injustiça interior cresce e nossa mente irá gerar mais e mais pensamentos para fortalecê-la. Nossas palavras, pensamentos e reações irão aumentar ainda mais a injustiça. Depois que a situação passar, iremos ainda alimentá-la lembrando do que ocorreu e também contando para outras pessoas o fato. Assim a emoção cumpre seu papel e cresce indefinidamente.
Observando de uma forma mais ampla, não temos só um evento onde uma emoção não foi dissolvida cem por cento. Temos centenas. Uns mais intensos, outros menos. E cada emoção funciona como uma pequena entidade dentro nós influenciando de forma contundente nossas ações.
Somando todas essas energias não dissolvidas, teremos uma grande entidade formada por emoções negativas. É o que o autor Eckhart Tolle em seu livro "Um novo mundo, o despertar de uma Nova Consciência" chama de corpo de dor. Eu as vezes chamo de carga emocional negativa ou corpo de sofrimento. Podemos chamar também infelicidade interior.
Por não termos consciência dessa energia que habita dentro de nós como se fosse uma entidade que deseja crescer cada vez mais, acabamos por permitir que ela nos domine e nos use para esse propósito. O corpo de dor precisa da nossa falta de percepção da sua existência e de seus mecanismos de alimentação para que ele possa prosperar. Uma vez que começamos a identificar a sua atuação é que começa a ser possível não mais cair em seus mecanismo sabotadores que perpetuam o sofrimento.
Vamos supor que você guarde um sentimento de rejeição lá da infância. Essa energia faz parte do seu corpo de dor. Quando ocorrer uma nova situação de rejeição aquela emoção lá do passado virá a tona para se alimentar. Essa emoção vai provocar vários pensamentos negativos que vão energizar ainda mais a rejeição sentida. Assim o sentimento cresce. A situação passa e rejeição volta a ficar escondida esperando novas oportunidades. Essa é uma de suas estratégias de fortalecimento.
Mas a rejeição pode se alimentar mesmo que não haja um evento externo. Essa energia começa a criar pensamentos negativos e nós nos deixamos nos levar por eles e assim energizamos ainda mais a rejeição. Ficar lembrando e remoendo de um fato do passado é um exemplo desse mecanismo.
Ao tomarmos conhecimento desses processos é possível começar a prática da identificação da ação do corpo de dor. E ao identificar sua atuação fica mais fácil, ou menos difícil pelo menos, deixar de alimentá-lo. Ver a sua atuação é como jogar um holofote de luz sobre ele. O corpo de dor é sorrateiro e precisa da escuridão, da nossa não percepção para atuar livremente.
Quando não sabemos de nada disso ele nos manipula completamente pois pensamos que faz parte de quem nós somos. Ao identificarmos sua atuação começamos a entender que é apenas uma energia de sofrimento que está dentro de nós, mas que não faz parte da nossa essência, e que deseja crescer. Observar o corpo de dor atuando e não o alimentar é uma prática que precisamos aprender se quisermos parar de fomentar a infelicidade.
Na hora em que a emoção vem a tona e começa gerar sofrimento e pensamentos negativos, dependendo da sua intensidade, sua força pode ser extremamente envolvente e convincente nos levando a um estado de inconsciência, ou seja, um estado de não percepção do mecanismo de alimentação do sofrimento. Quando a emoção é menos intensa, sua força será menor é fica mais fácil observá-la sem alimentá-la.
A prática da EFT é uma poderosa aliada para ajudar a dissolver o corpo de dor. Com ela conseguimos dissolver a energia guardada desses sentimentos de uma forma relativamente mais fácil e rápida. Mesmo aqueles sentimentos mais intensos podem ser dissolvidos com a EFT com relativa facilidade. Sempre que a emoção negativa vem a tona, podemos aplicar a técnica e ter um alívio profundo naquele momento.

André Lima EFT
Leia mais sobre EFT - AQUI


Achei este texto muito esclarecedor! Sei que é longo, mas vale a pena a leitura!!!


Até breve...


Queridos amigos!

Estarei afastada por alguns dias...mas serão apenas alguns dias!
Mas não pense que o blogue estará entregue às moscas! Ah..não! :)

Deixarei postagens programadas até a volta!
Assim, vocês sempre terão novidades para ler e se elevar! Aham!
Deixo meu abraço a todos queridos leitores e aos amigos dos telhados vizinhos...
Me despeço acenando com um lenço de seda perfumado com lavanda e com um sorriso...
Até breve amigos! Até breve!