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domingo, 7 de abril de 2019

Fibromialgia na linguagem do corpo




Fibromialgia está diretamente relacionada a rigidez do seu comportamento frente à pessoas que a magoam ou a contrariam.


Fibromialgia pela medicina oriental, é excesso de energia, ou seja, ela carrega raiva e ressentimentos por não conseguir ser compreendida e muitas vezes ter que abandonar propósitos pessoais em prol de outras pessoas. Isso a contraria e lhe dá dor de cabeça.

Para que ela consiga a cura, é necessário que ela se desfaça de obrigações que ela mesma se colocou, sem medo, sem culpa e passe a viver mais momentos de prazeres pessoais, acreditando que ela tem o direito e o dever de ser feliz.

A fibromialgia acontece em pessoas que carregam o mundo nas costas, seja por problemas familiares ou do trabalho, como um fardo pesado.

No caso do portador de fibromialgia, encontramos uma personalidade inflamada de comportamento guerreiro.

Dificilmente relaxa aos prazeres da vida, e está sempre preocupado com o que deixou de fazer ou o que poderia estar fazendo para organizar sua vida e de seus familiares.

Uma pessoa assim só pode sofrer dos músculos, porque carrega mais peso do que pode.

Toda fibromialgia deriva de uma mente dura e orgulhosa, com aparência humilde e sacrificada pela vida sobrecarregada que ela mesma nutriu.

As dores musculares pela linguagem do corpo, revelam sentimentos de culpa inconsciente e solidão.

Toda pessoa que se sentiu abandonada na infância, por alguma razão, que seus pais ou responsáveis talvez nem tenham tido culpa, levará uma vida adulta a necessidade extrema de ser responsável, chegando ao orgulho de não pedir ajuda quando está cansada.

Isso mostra rebeldia e revoltas escondidas no subconsciente por ter sido abandonada.

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Fibromialgia, a doença das AMARRAS FAMILIARES


Segundo dados da Associação Nacional contra a Fibromialgia e Síndrome de Fadiga Crônica (MYOS), a fibromialgia é uma condição patológica que atinge entre 2% a 5% da população adulta, dos quais 90% são do sexo feminino. A fibromialgia não apresenta consenso na comunidade médica por não apresentar causas aparentemente plausíveis nem conhecidas. O doente de fibromialgia pode ser confundido com alguém que se queixa sem motivos aparentes. A gravidade depende da intensidade dos sintomas, que vão desde fadiga constante; sono não reparador; dor de cabeça; dores musculares e/ou distúrbios gastrointestinais.


Alargando os horizontes médicos atuais, a resposta para os doentes da fibromialgia pode-se encontrar em causas emocionais familiares.

Ao nível da psicossomática, a fibromialgia pertence aos conflitos emocionais da 3ª etapa cerebral relacionada com a Movimentação, Comparação e Rendimento (medicina nova germânica). São os chamados conflitos de DESVALORIZAÇÃO.

FIBRO + MIO + ALGIA

FIBRO = fibras familiares, laços familiares, relações familiares. Faz-se referência aos tendões e fibras elásticas musculares, sugerindo uma problemática de RENDIMENTO no presente. O doente vive preocupado com o seu rendimento no presente. “Já não consigo ir para todo o lado…”

MIO = Faz referência ao músculo. A forma como “eu me subjugo a todas as “más” relações”. Está estreitamente relacionado com FORÇA ou POTÊNCIA. Neste caso, com a ausência das mesmas, isto é, a sensação de IMPOTÊNCIA. “Eu já não posso mais…”

ALGIA = DOR. A dor emocional que causam as referidas situações, que se refletem em dor física. A dor física é estritamente proporcional à dor moral / psicológica.

As pessoas que sofrem de fibromialgia são por norma bastante serventes à família e aos outros. As suas necessidades existem em função das necessidades dos outros e a sua vida gira em torno da família e pessoas próximas, o que acaba por as anular pessoalmente. Quando surgem dificuldades ou contrariedades com os seus, não se conseguem afirmar e subjugam-se totalmente aos seus entes queridos. São extremamente responsáveis. “Eu existo SÓ para os outros” é a sua máxima de vida. Ao longo do tempo, tendem a acumular dor e sofrimento por não assumirem o seu próprio caminho. Sempre que ambicionam a independência e a liberdade, são oprimidos por um forte sentimento de culpa que lhes diz que estão a trair o seu DEVER para com a família e/ou com o próximo. Podem ser comparados a mordomos ou empregados de casa, que só vivem para servir para os outros.

A sua necessidade vital arcaica em assumir a sua individualidade, desejos e vontades, é oprimida pelas fibras familiares. Duas forças anímicas opostas criam um fenômeno psicossomático chamado “dupla obrigação”: A força da expansão da vida contra a força das obrigações familiares. Trata-se de um fenômeno inconsciente em que existe um impulso que empurra para a frente e outro que puxa para baixo. A fibromialgia é o resultado deste conflito.

Outros exemplos de dupla obrigação estão presentes nas contrariedades emocionais que as amarras familiares podem causar: Amor versus ódio, atração versus repulsão, liberdade versus submissão, prazer versus dever.

AMO ESTE FAMILIAR + ESTE FAMILIAR FAZ-ME MAL = SINTO-ME IMPOTENTE

O corpo encontra sempre soluções para conflitos interiores. Perante este conflito de movimentos, ele cria uma contrariedade de tal forma intensa que a melhor solução biológica que encontra é PARAR. Por esta razão, a fadiga, o cansaço mental e a exaustão são os sintomas mais incômodos na fibromialgia.

Quando a fibromialgia atinge um ponto de incapacidade física e motora, a dependência é revertida. “Eu dependo SÓ dos outros.” O padrão inconsciente é evidente:

A fibromialgia é um sintoma de sofrimento causado pelas AMARRAS FAMILIARES INCONSCIENTES. A dor não se deteta ao nível imagiológico pois é causada por um sofrimento emocional.

A fibromialgia obriga o doente a procurar compreender a forma como se relaciona com os familiares, tomando consciência das inúmeras obrigações nas quais se sentem aprisionados. Há uma parte que deseja ser amada, compreendida, aceite e apoiada pela família, mas existe uma outra que ambiciona ter liberdade de fazer o que lhes proporciona verdadeiro prazer. “Sinto que lhes devo a minha vida”; “Eu necessito sempre de lhes dar explicações das minhas escolhas.”; “Eu preciso de estar sempre para eles mesmo que sofra…”; “Sem eles, não valho nada… “; Sem eles, não sou ninguém”. “A minha opinião não é importante, só mesmo a vontade deles…”. É aqui evidente uma dependência emocional, centrada na constante procura de reconhecimento e valor.

Fonte: Verdades do Corpo

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