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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A escolha é nossa...



“As suas crenças desenvolvem reações químicas no seu cérebro e produzem emoções. Essas emoções reforçam aprendizagens e comportamentos, e determinam se você vai se repetir ou se você vai evoluir.”
Que tal EVOLUIR??

Rosalia Schwark


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O Natal debaixo do telhado...

Hoje é dia 05 de dezembro...dia de enfeitar a casa...
e desejar...



Desejo que todos nós possamos dar Boas Vindas aos bons pensamentos e sentimentos...
Mas principalmente aos bons pensamentos e sentimentos sobre "nós mesmos".
Que sejamos nossos melhores amigos! Sempre!



Que possamos nos encorajar, dar força e nos animar nos momentos difíceis...
Que estejamos sempre do nosso lado!
Que a gente aprenda, de uma vez por todas, a dar ouvidos apenas a quem nos ama e nos quer bem.
A escutar mais nosso coração e a confiar na nossa intuição...


Desejo que possamos amar nossos corpos e a ser gratos por ele. Que possamos cuidá-lo com respeito, delicadeza e amor ...e nunca, nunca criticá-lo!

Que tenhamos respeito pela nossa individualidade e que nunca percamos tempo nos comparando com os outros!

Que todos nós possamos ter consciência do nosso poder, do nosso valor, da nossa luz e da nossa singularidade!

Que tenhamos um coração mais tranquilo e confiante no grande mistério que nos proporciona tudo o que precisamos na hora certa...nem mais...nem menos...




Acredito que o "lá fora" é reflexo do que se passa dentro de nós. Para atrair boas experiências precisamos desenvolver um caso de amor com a gente mesmo.

Então meus amigos...

Que neste Natal possamos nos dar o melhor presente de todos:

Amar...amar e amar aquela pessoa especial que vemos no espelho!


Feliz Natal! ho ho ho


O que acontece no meio...

Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

Que adultos se divertem muito mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. Que não é preciso se estressar tanto em busca do orgasmo, há outras coisas que também levam ao clímax: um poema, um gol, um show, um beijo.

No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

Texto de Martha Medeiros
Fonte: ZH do dia 04/12/2011


Perfeito! :)

Naturalmente...




domingo, 4 de dezembro de 2011

Meditação do Poder !

Eu estou consciente e tenho o poder de pensar como eu quero. Tenho o direito de pensar no que eu quero para o meu próprio bem. Eu tenho e posso impor ao meu mundo interior tudo aquilo que eu quiser. E quero me sintonizar com o melhor. Esqueço, a partir de agora, a pessoa que eu fui, sobretudo meus vícios de pensamentos. Penso apenas na paz. Penso nela, permitindo que seu perfume toque minha aura e atinja todas as áreas da minha vida, todos os cantos do meu corpo. Penso na paz com uma mensagem de ordem e equilíbrio perfeito.
.
Deixo fluir na minha cabeça a consciência do 'eu posso'. Eu posso estar na paz. Impor essa paz é praticar o meu poder pessoal com responsabilidade divina, obtida por herança natural. O melhor para mim é um grande sorriso no peito. É a felicidade barata e fácil a que tenho direito. É tão simples pensar que o melhor está em mim! A beleza está em mim. A suavidade está em mim. A ternura, o calor, a lucidez e o esplendor das mais belas formas do universo estão em mim. Aí eu me abro inteira, viro do avesso e sinto que não há fronteiras nem barreiras para mim. Sinto que o limite é apenas uma impressão. Sinto que cada condição foi apenas a insistência de uma posição. Sinto que sou livre para deixar trocar qualquer posição por outra melhor. Sou livre para descartar qualquer pensamento ruim, qualquer sentimento ou hábito negativo, qualquer paixão dolorosa. Porque eu sou espírito. Sou luz da vida em forma de pessoa.

Ah, universo, eu estou aberta para o melhor para mim. Eu sei que muitas vezes sou levada por uma série de pensamentos ruins. Mas é porque eu não conhecia a força da perfeição. Eu não conhecia a lei do melhor. Agora eu me entrego, me comprometo comigo, com o universo e contigo. Vou manter a minha mente aberta. Esse momento me desperta, me traz a inspiração ao longo do dia onde se efetiva a luz que irradia para quem insiste no próprio aperfeiçoamento.

Não quero pensar nas minhas fraquezas. Quero olhar bem fundo nos meus olhos e ver como eu sou bonita, como fiz e faço coisas maravilhosas e como o meu peito está cheio de vontade. Eu assumo a responsabilidade sobre essas vontades e me projeto com força nessa identidade de saber que eu posso, sim, fazer o melhor. Despertar o meu espírito é viver nele. É ter a satisfação de ser eu mesma. É poder ser original, única, pequena e grande ao mesmo tempo. Sei agora que o melhor está a meu favor. Meu sucesso, aliás, é o sucesso de Deus que se manifesta em mim como pessoa em transformação. Eu sinto como se tivesse sentado nessa cadeira da solidez universal porque eu estou no meu melhor. Porque sou o sucesso da eternidade, porque estou há milhares de anos seguindo e não fui destruída. Porque o universo garante. Grito dentro de mim mesma: de todas as coisas da vida, o melhor ainda sou eu. O melhor sou eu!


Luiz Gasparetto



sábado, 3 de dezembro de 2011

Dica : Diário da Gratidão...

O ato de cultivar uma “atitude de gratidão” tem sido relacionado por psicólogos a uma saúde me­­lhor, a um sono mais profundo, a menor ansiedade e depressão, a maior satisfação com a vida a longo prazo e a um comportamento mais gentil para com os outros, inclusive parceiros românticos.

Um novo estudo demonstra que sentir-se grato faz com que as pessoas se tornem menos passíveis de ficarem agressivas quando provocadas.

Mas, e se você não for do tipo grato? De acordo com os pesquisadores, comece com uma gratidão “light”. Esse é o termo usado por Robert A. Emmons, da Uni­­versi­­dade da Califórnia, em Da­­vis, para a técnica que ele utilizou em seus experimentos pioneiros conduzidos juntamente com Michael E. McCullough, da Uni­­versidade de Miami.

Eles instruíram as pessoas a manter um diário listando cinco coisas pelas quais elas se sentiam gratas, como a generosidade de um amigo, algo que aprenderam ou um pôr do sol que lhes tenha agradado.

O diário de gratidão era breve – só uma frase para cada uma das cinco coisas – e era preenchido só uma vez por semana, mas após dois meses houve efeitos significativos. Em comparação com o grupo de controle, os indivíduos que mantiveram o diário de gratidão eram mais otimistas e mais felizes. Eles relataram menos problemas físicos e passaram mais tempo se exercitando.

Outros benefícios foram observados num estudo de sobreviventes de poliomielite e outros com problemas neuromusculares. Aqueles que mantiveram um diário de gratidão relataram se sentir mais felizes e mais otimistas do que aqueles no grupo de controle, e esses relatos foram corroborados com observações de seus cônjuges. Essas pessoas gratas também adormeciam mais rapidamente à noite, tinham um sono mais longo e acordavam se sentindo mais renovadas.

“Se você quer dormir melhor, conte seus benefícios em vez de carneirinhos”, aconselha Em­­mons no livro Thanks! (“Obriga­­do!”, em tradução livre), sobre a pesquisa da gratidão.

Mas não confunda gratidão com endividamento. Claro, você pode se sentir obrigado a devolver um favor, mas isso não é gratidão, pelo menos não segundo a definição dos psicólogos. Endivida­­mento é um sentimento mais negativo e não resulta nos mesmos benefícios que a gratidão, que lhe inclina a ser gentil com todos, não somente um benfeitor.

Reação em cadeia

Num experimento da Univer­­sidade Northeastern, Monica Bartlett e David DeSteno sabotaram os computadores de cada participante e armaram para que um outro aluno os consertasse. De­­pois disso, os alunos que haviam sido ajudados eram mais passíveis de se voluntariarem para ajudar outra pessoa – um completo estranho – em alguma tarefa não relacionada. A gratidão promoveu carma bom. E se funciona com estranhos...

Tente com a sua família. Não importa o quão disfuncional ela seja, a gratidão ainda pode funcionar, diz Sonja Lyubomirsky da Universidade de Califórnia, em Riverside.

“Agradeça por cada gesto gentil ou generoso. Expresse sua admiração pelas habilidades ou talentos alheios – usar com destreza uma faca de cozinha, por exemplo. E dê ouvidos de verdade, mesmo quando o seu avô estiver lhe entediando novamente com a mesma história da Segunda Guerra Mundial”, diz.


Tradução de Adriano Scandolara.
Fonte : Gazeta do Povo


Que tal a idéia? Vamos fazer? :)


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A face original...

No momento em que o outro está na sua frente, você está pouco preocupado consigo mesmo; você está mais preocupado é com a opinião que ele terá a seu respeito. Quando você está só no seu banheiro, você se torna quase igual a uma criança – algumas vezes você faz caretas diante do espelho.

Mas se você de repente percebe que está sendo observado pelo buraco da fechadura, até mesmo por uma criancinha, imediatamente você muda: você volta novamente ao seu velho e comum ego – sério, sóbrio, como as pessoas esperam que você seja.

E a coisa mais incrível é que você tem medo daquelas pessoas e elas têm medo de você – todo mundo tem medo de todo mundo. Não se permite a ninguém seus sentimentos, sua realidade, sua autenticidade – mas todo mundo quer isso, porque é um ato muito suicida continuar reprimindo a sua face original.

Você não está vivendo; ao contrário, você está simplesmente representando. E porque todo mundo está observando, os seus prolongados séculos de inconsciência o puxam para trás: não se expresse, não saia das máscaras de sua personalidade. Todo mundo está se escondendo atrás de alguma coisa falsa – isso machuca.

Osho


São tantas emoções...



"Quando temos emoções que não desejamos, muitas vezes brigamos com elas, porque pensamos que estão fora de nosso controle. Lembre-se que todas emoções são as reações do corpo aos nossos pensamentos. Ao brigar, lutar, intensificamos as mesmas. Aceite todas as suas emoções elas são guias muito valiosos para indicar se você está no fluxo de suas realizações ou se você se perdeu indo na direção errada!
Escute suas emoções hoje e viva um dia se conhecendo melhor através delas!"

Rosalia schwark



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Reconciliação familiar...


Se queremos ser aceitos como somos, precisamos estar prontos a aceitar os outros da forma que são. Sempre queremos que nossos familiares nos aceitem totalmente, e com muita freqüência não temos vontade de aceita-los como eles são.

A aceitação é dar a nós mesmos e aos outros a liberdade de apenas ser.

É arrogante determinar padrões para os outros. Podemos apenas estabelecer padrões para nós mesmos. Ainda assim, queremos mais que eles sejam linhas de conduta do que padrões. Quanto mais pudermos praticar a auto-aceitação, mais fácil fica largar hábitos que já não nos servem. É fácil crescer e mudar em uma atmosfera de amor. Precisamos lutar para amar os outros, para perdoar o comportamento passado; a fim de fazer isso, primeiro temos de aprender a amar e perdoar a nós mesmos.


Afirmações para uma reconciliação amorosa com familiares e ancestrais:

Envolvo toda minha família em um círculo de amor - os que vivem e os que morreram. Afirmo experiências maravilhosas e harmoniosas que são significativas para todos nós. Sinto-me abençoada e, fazer parte da rede eterna de amor incondicional que nos une a todos. Ancestrais que viveram antes de nós fizeram o melhor que podiam com a sabedoria e conhecimento que possuíam, e crianças ainda não nascidas irão enfrentar novos desafios e farão o melhor que puderem com a sabedoria e a compreensão que tiverem. A cada dia vejo minha tarefa com mais clareza, o que simplesmente significa me libertar das velhas limitações de família e acordar para a harmonia divina.

Louise Hay

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Sabemos que não é por acaso que estamos neste circulo familiar. Sendo ele harmonioso ou não temos algo a aprender com cada um. Acredito que nosso maior desafio é aceitar as pessoas como elas são, sem querer que elas mudem, sem dar condições para que possamos amá-las. Sei que não é fácil, mas estamos neste mundo para aprender. Vamos mudar então aquilo que podemos mudar: a nossa maneira de olhar para essas pessoas. Tenha consciência que as pessoas são apenas aquilo que elas sabem ser...só isso, se não são melhores é porque ainda não aprenderam.
E o interessante e o mais incrível disso tudo é quando nos desarmamos, quando abrimos nosso coração e aceitamos aquela pessoa do jeito que ela é ( independente do quando ela é difícil) a energia muda como um milagre, pois acaba a resistência. Tudo fica mais fácil, tudo flui. Agora quando resistimos, quando não aceitamos, não adianta... alimentamos a resistência e nada anda. Acredito que estar bem resolvido com familiares, principalmente com os mais próximos, é fundamental para nos sentirmos tranqüilos e em paz. Então, como ensina a Louise, vamos criar um circulo de amor que envolve todas essas pessoas que estão ligadas a nós. Vamos abençoá-las! Pois só assim conseguiremos nos sentir seguros para dar o próximo passo.

Beijos cheios de afeto...

Sheila Costa

Reações inconscientes...

Estava ministrando um curso quando uma aluna fez a seguinte pergunta: “Me veio agora em mente um pensamento para ensinar EFT para uma determinada pessoa. Por que me surgiu esse pensamento?”. Achei a pergunta um tanto estranha e respondi apenas dizendo “eu não sei”, por que realmente eu não tinha como ter essa resposta. Além disso, dentro do que estava sendo debatido, a pergunta também não trazia maiores contribuições para o assunto, era bem irrelevante, portanto seria melhor seguir adiante. Alguns dos alunos acharam engraçada a pergunta.

Diante da minha reposta, a aluna se queixou que era a segunda vez durante o curso que ela se sentia desrespeitada. Que havia feito uma pergunta anteriormente e as pessoas riram, e que a reposta que eu dei não seria a resposta que um professor deveria dar. Enquanto falava isso, começou a chorar. Falei que não era intenção de ninguém desrespeitá-la, nem minha nem de nenhum outro aluno, que talvez a forma como ela havia falado teria sido um tanto engraçado, e que algumas pessoas riram por isso. Falei também que eu realmente não sabia a resposta que não teria como dizer nada além do “eu não sei”.

Essa mesma aluna se candidatou a receber uma sessão de EFT comigo logo em seguida. Durante os cursos, eu faço sessões de EFT com alunos que queiram ser voluntários diante da turma. Ao trazer uma situação para ser trabalhada, ela lembrou que, uma vez em sala de aula quando era criança, havia feito uma pergunta onde todo mundo caiu na gargalhada, inclusive a professora. Ao contar essa situação, a lembrança vinha carregada com sentimento de mágoa, vergonha e choro.

Neste momento, deu para entender perfeitamente a reação anterior da aluna durante a aula. De quem é que ela estava com raiva e por que estava se sentindo desrespeitada na verdade? A carga emocional de um evento do passado ainda carregado de sentimentos brotou, levando a aluna a ter uma reação inconsciente.

Quando temos esse tipo de reação, muitas vezes não ficará claro a conexão com uma situação semelhante mal resolvida do passado. Apenas sentimos algo negativo e vamos responsabilizar alguém ou alguma situação presente como sendo a causadora do nosso mal estar. Foi exatamente o que ocorreu com a aluna. Só que logo em seguida ela lembrou da situação passada e resolveu trabalhar os sentimentos em uma sessão de EFT. Ao relatar este evento, surgiram sentimentos de raiva, vergonha, tristeza e outros, e fomos limpando um a um com a EFT.

O resultado foi que em poucos minutos, aquela lembrança perdeu todo o peso emocional e ela mesma começou a rir da cena, enxergando agora que ela realmente havia falado de forma engraçada na escola. Os sentimentos negativos distorcem completamente a visão dos acontecimentos. Quando os dissolvemos a nossa percepção do que ocorreu muda completamente e não raras vezes vejo as pessoas rirem de fatos que há poucos instantes as faziam chorar.

André Lima - EFT
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Sinto...



Só o que me interessa...